Uma coisa de que eu não quero nunca depender é da destreza de um canhoto. Obrigado.
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Tem uma cena irônica da pessoa refletindo sobre o sentido da vida em uma praça de alimentação de um shopping center. Esta pessoa pode ser uma mulher e, depois de um tempo refletindo, um homem se aproxima e dá a pior cantada possÃvel. Alguma que utiliza como argumento principal o curto tempo de vida que temos na Terra e que sugere como devemos melhor utilizá-lo, sem sutilezas. Um breve parêntese: Nesta mesma praça de alimentação há um quiosque de uma faculdade e lê-se em um cartaz impresso em A4 numa impressora lazer preto & branco: "Inscrições Grátis". Ela ignora a cantada imóvel e mantém sua linha de raciocÃnio. Seus olhos viajam com seu pensamento e navegam pela praça até se fixarem em um ponto especÃfico. Sua mente acelera, então. Dúvidas parecem permear a lógica da donzela pensadora. Será que questiona até que ponto o homem é digno de sua existência? Até que ponto ele é forte e até que ponto ele sucumbe? Até que ponto o homem é merecedor de seu domÃnio? Até que ponto o lado animal do homem é submimisso de seu lado racional? Ela sai em direçao ao ponto que seu olhos miravam. Volta com um donut na mão.
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